Meu perfil Olá genxi meu nome é Polyana mas podem me xamar de Poly agora paxem u mouse pra saber mais sobre mim.Bjinhuxxx!! Polyana, Poly Faxu niver 11/05 Atualmente so lembranças Miguxos,familia,namorado,sinceridade,amor,lealdade... Traição,falsidade,egoismo,inveja,metira Amor pra recordar, Procurando Nemo, Taxi,As Branquelas entre outros girlpoly@hotmail.com p align="center">:: LINK-ME ::


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O Que Me Importa

O que me importa seu carinho agora
Se é muito tarde para amar você
O que me importa se você me adora
Se já não há razão para lhe querer
O que me importa ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis você nem mesmo soube dar amor...
O que me importa ver você chorando
Se tantas vezes eu chorei também
O que me importa sua voz chamando
Se pra você jamais eu fui alguém
O que me importa essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais tristezas pra chorar que o seu...
O que me importa ver você tão triste
Se triste fui e você nem ligou
O que me importa o seu carinho agora
Se para mim a vida terminou...



Escrito por Girl às 15h17
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Gostei dexa musica!!

Um minuto para o fim do mundo (Cpm22)

Me sinto só,mais que é que nunca se sentiu assim
Procurando um caminho pra seguir numa direção
Resposta...
Um minuto para o fim do mundo
Toda sua vida em 60 segundos
Uma volta no pon teiro do relógio
Pra viver...

O tempo corre contra mim,sempre foi assim,e sempre vai ser
Vivendo apenas para vencer a falta que me faz você
De olhos fechados,eu tento esconder a dor agora
Por favor entenda eu preciso ir embora por que

Quando estou com você, sinto meu mundo acabar
Deito no chão sobre meus pés,me falta o ar para respirar
E só de pensar em te perder por um segundo
Eu sei que isso é o fim do mundo

Volto o relógio para trás,tentando adiar o fim
Tentando esconder o medo de te perder quando me sinto assim
De olhos fechados eu tento enganar meu corção
Fugir para outro lugar,em uma outra direção por que

Quando estou com você, sinto meu mundo acabar
Deito no chão sobre meus pés,me falta o ar para respirar
E só de pensar em te perder por um segundo
Eu sei que isso é o fim do mundo

Eu sei que isso é o fim
Eu sei que isso é o fim
Eu sei que isso é o fim do mundo.

Escrito por Girl às 14h46
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TELEFONE AMIGO



Quando eu era criança, meu pai comprou um dos primeiros telefones da vizinhança. Lembro-me bem daquele velho aparelho preto, em forma de caixa, 
bem polido, afixado à parede. 
O receptor brilhante pendia ao lado da caixa. 
Eu ainda era muito pequeno para alcançar o telefone, mas costumava ouvir 
e ver minha mãe enquanto ela o usava, e ficava fascinado com a cena! 

Então, descobri que em algum lugar dentro daquele maravilhoso aparelho existia uma pessoa maravilhosa - o nome dela era "informação, por favor"
 e não havia coisa alguma que ela não soubesse.
 "Informação, por favor" poderia fornecer o número 
de qualquer pessoa e até a hora certa. 

Minha primeira experiência pessoal com esse "gênio da lâmpada" aconteceu num dia em que minha mãe foi na casa de um vizinho. Divertindo-me bastante mexendo nas coisas da caixa de ferramentas no porão, machuquei meu polegar com um martelo. 

A dor foi horrível, mas não parecia haver qualquer razão para chorar, porque eu estava sozinho em casa e não tinha ninguém para me consolar. Eu comecei a andar pelo porão, chupando meu dedão que pulsava de dor, chegando finalmente à escada e subindo-a. 

Então, lembrei-me: o telefone! Rapidamente peguei uma cadeira na sala de visitas 
e usei-a para alcançar o telefone. 
Desenganchei o receptor, segurei-o próximo ao ouvido como via minha mãe fazer e disse: 

"Informação, por favor!", com o bocal na altura de minha cabeça. 

Alguns segundos depois, uma voz suave e bem clara falou ao meu ouvido: 

"Informação." 

Então, choramingando, eu disse: 
"Eu machuquei o meu dedo..." 

Agora que eu tinha platéia: as lágrimas começaram a rolar sobre o meu rosto. 

"Sua mãe não está em casa?", veio a pergunta. 
"Ninguém está em casa a não ser eu", falei chorando. 

"Você está sangrando?" Ela perguntou. 
"Não." Eu respondi. "Eu machuquei o meu dedão com o martelo e está doendo muito!" 

Então a voz suave, do outro lado falou: 

"Você pode ir até a geladeira?" 

Eu disse que sim. Ela continuou, com muita calma: 

"Então, pegue uma pedra de gelo e fique segurando firme sobre o dedo." 

E a coisa funcionou! Depois do ocorrido, eu chamava "Informação, por favor" pra qualquer coisa. Pedia ajuda nas tarefas de geografia da escola e ela me dizia onde Filadélfia se localizava no mapa.Ajudava-me nas tarefas de matemática. 
Ela me orientou sobre qual tipo de comida eu poderia dar ao filhote de esquilo 
que peguei no parque para criar como bichinho de estimação. 

Houve também o dia em que Petey, nosso canário de estimação, morreu. 
Eu chamei "Informação, por favor" e contei-lhe a triste estória. 
Ela ouviu atentamente, então falou-me palavras de conforto 
que os adultos costumam dizer para consolar uma criança. 

Mas eu estava inconsolável naquele dia e perguntei-lhe: 

"Por que é que os passarinhos cantam de maneira tão bela, dão tanta alegria com sua beleza para tantas famílias e terminam suas 
vidas como um monte de penas numa gaiola?" 

Ela deve ter sentido minha profunda tristeza e preocupação 
pelo fato de haver dito calmamente: 

"Paul, lembre-se sempre de que existem outros mundos onde se pode cantar!
" Não sei porquê, mas me senti bem melhor. 

Numa outra ocasião, eu estava ao telefone: "Informação, por favor". 

"Informação," disse a já familiar e suave voz. 

"Como se soletra a palavra consertar?" Perguntei. 

Tudo isso aconteceu numa pequena cidade da costa oeste dos Estados Unidos. 
Quando eu estava com nove anos, nos mudamos para Boston, na costa leste. 
Eu senti muitas saudades de minha voz amiga! 

"Informação, por favor" pertencia àquela caixa de madeira preta afixada na parede de nossa outra casa; e eu nunca pensei em tentar a mesma experiência com o novo telefone diferente que ficava sobre a mesa, na sala de nossa nova casa. Mesmo já na adolescência, as lembranças daquelas conversas de infância
 com aquela suave e atenciosa voz nunca saíram de minha cabeça. 

Com certa freqüência, em momentos de dúvidas e perplexidade, eu me lembrava daquele sentimento sereno de segurança que me era transmitido 
pela voz amiga que gastou tanto tempo com um simples menininho. 

Alguns anos mais tarde, quando eu viajava para a costa oeste a fim de iniciar meus estudos universitários, o avião pousou em Seattle, região onde eu morava quando criança, 
para que eu pegasse um outro e seguisse viagem. 
Eu tinha cerca de meia hora até que o outro avião decolasse. 
Passei então uns 15 minutos ao telefone,conversando com minha irmã 
que na época estava morando lá.
 Então, sem pensar no que estava exatamente fazendo, 
eu disquei para a telefonista e disse: 

"Informação, por favor". 

De um modo milagroso, eu ouvi a suave e clara voz que eu tão bem conhecia! 

"Informação." 

Eu não havia planejado isso, mas ouvi a mim mesmo dizendo:
 "Você poderia me dizer como se soletra a palavra consertar?" 

Houve uma longa pausa. Então ouvi a tão suave e atenciosa voz responder: 

"Espero que seu dedo já esteja bem sarado agora!" 

Eu ri satisfeito e disse: 

"Então, ainda é realmente você? Eu fico pensando se você tem a mínima idéia do quanto você significou para mim durante todo aquele tempo de minha infância!" 

Ela disse: 

"E eu fico imaginando se você sabe o quanto foram importantes para mim as suas ligações!" 

E continuou: 

"Eu nunca tive filhos e ficava aguardando ansiosamente por suas ligações." 

Então, eu disse pra ela que muito freqüentemente eu pensava nela durante todos esses anos e perguntei-lhe se poderia telefonar para ela novamente 
quando eu fosse visitar minha irmã. 
"Por favor, telefone sim! É só chamar por Sally". 

Três meses depois voltei a Seattle. Uma voz diferente atendeu: 

"Informação". 

Eu perguntei por Sally. 

"Você é um amigo?" Ela perguntou. 

"Sim, um velho amigo". Respondi. 

Ela disse: 

"Sinto muito em dizer-lhe isto, mas Sally esteve trabalhando só meio período 
nos últimos anos porque estava adoentada. Ela morreu há um mês." 

Antes que eu desligasse ela disse: 

"Espere um pouco. Seu nome é Paul?" 

"Sim" Respondi. 

"Bem, Sally deixou uma mensagem para você. Ela deixou escrita caso você ligasse.
 Deixe-me ler para você." 

A mensagem dizia: 

"Diga pra ele que eu ainda continuo dizendo que existem outros mundos onde podemos cantar. 
Ele vai entender o que eu quero dizer". 

Eu agradeci emocionado e muito tristemente desliguei o telefone. 
Sim, eu sabia muito bem o que Sally queria dizer.





Escrito por Girl às 18h06
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